GREVE DE ÔNIBUS EM BH: Manhã de caos, lentidão no trânsito e longas horas de espera nas estações

Escrito por em 22/11/2021

A manhã desta segunda-feira (22) está sendo de tumulto e caos no trânsito de Belo Horizonte com o início da greve de motoristas de ônibus. As portas das estações ficaram cheias e usuários do transporte público encontram dificuldades para o embarque. 

Na estação Diamante, na região do Barreiro, passageiros se apertavam para tentar entrar em um dos coletivos da região metropolitana. Apesar do comprometimento das empresas em colocar 60% da frota nas ruas, usuários afirmam que nenhum dos veículos está rodando. 

Justiça do Trabalho determinou frota mínima de 60% nesta segunda, mas a categoria cogitou circular com 30% ou até mesmo não ir para as ruas (confira abaixo a porcentagem de viagens realizadas de acordo com a última divulgação da BHTrans).

Com menos ônibus nas ruas, os carros estão ainda mais numerosos e, com isso, o trânsito teve pontos de retenção em várias regiões da capital.

Portanto, quem precisa ir à capital nesta segunda-feira, pode se preparar para transito lento em todas as regiões da cidade.

Confira a porcentagem de viagens realizadas em relação às programadas de acordo com a última divulgação feita pela BHTrans na manhã desta segunda-feira:

Situação da operação do transporte coletivo (paralisação dos operadores): % de viagens realizadas em relação às programadas (ATUALIZAÇÃO FAIXA 10h às 11h):

Estações:

Barreiro:0%

Diamante:0%

Pampulha:45%

São Gabriel:45%

São José:11%

Venda Nova:37%

Vilarinho:55%

Demais Linhas:35%.

O trânsito ficou lento em várias regiões de BH. Na imagem a Av. Cristiano Machado na manhã desta segunda-feira, 22/11. Imagem: BHTrans

Tumulto e longas horas de espera nas estações
Na Região de Venda Nova, a estação de mesmo nome tinha passageiros “ilhados” no início desta manhã, aguardando os ônibus do Move que seguem em direção à região central da cidade. Muitos esperaram mais de duas horas e, quando algum coletivo surgiu, a lotação era maior que a normal. 
A falta dos ônibus aumentou a movimentação de passageiros nas ruas do entorno. As pessoas ligavam para o trabalho para avisar do atraso e tentavam embarcar em carros de aplicativo. Com o aumento da demanda e o horário de pico, o valor das tarifas aumentou.
Situação semelhante era vista na Estação Vilarinho, também em Venda Nova. Lá, a movimentação foi intensa, principalmente na área do metrô, que virou a principal alternativa para quem estava no local. .

Jornalismo Grupo Rádio Clube de Itaúna com informações da BHTrans, Jornal Estado de Minas e Portal Itatiaia


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