Crise nos hospitais do interior de Minas leva a transferência de pacientes

Escrito por em 03/03/2021

Por Jornal Estado de Minas

O drama em Minas Gerais da falta de leitos em unidades de terapia intensiva (UTIs) e enfermarias, devido ao aumento do número de pacientes contaminados pelo novo coronavírus, não é diferente daquele observado em outros estados. O Estado de Minas levantou informações ontem em nove grandes municípios de sete regiões do estado que já enfrentam o colapso no atendimento hospitalar: Triângulo, Alto Paranaíba, Noroeste, Sul, Vale do Aço, Norte e Região Central. Em todas estas cidades – Uberaba, Uberlândia, Patrocínio, Patos de Minas, Montes Claros, Itajubá, Pouso Alegre, Ipatinga e Mariana –, a maioria delas demandada por vizinhos sobre os quais exercem influência na geração de emprego, saúde e educação, passa de 90%, e alcança a saturação, em alguns casos, a taxa de uso de leitos hospitalares. A Prefeitura de Uberaba, no Triângulo, não viu alternativa a não ser transferir pacientes em tratamento contra a COVID-19 na rede privada para hospitais de Franca e de Ribeirão Preto, em São Paulo. Itajubá, no Sul do estado, pediu ajuda ao governador Romeu Zema (Novo) para abrir mais equipamentos, após chegar à lotação completa de leitos destinados a pacientes com a doença respiratória.

Em extremos geográficos de Minas, Montes Claros, no Norte, e Itajubá, no Sul, enfrentam lotação máxima de leitos hospitalares destinados a pacientes infectados com o novo coronavírus e endureceram as medidas sanitárias para deter o avanço da COVID-19.

Em Itajubá, o prefeito Christian Gonçalves conversou com o governador Romeu Zema (Novo) e pediu recursos para abrir mais leitos, após o municíipio teer registrado 100% de coupação de equipamentos usados por pacientes infectados pelo vírus.


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