Casos de reinfecção pela COVID-19 levam governo de MG a mudar protocolos

Escrito por em 08/09/2020

A confirmação de reinfecção pela COVID-19 em outros países levou o governo de Minas Gerais a adotar novas medidas caso haja o ressurgimento de sintomas em quem já foi diagnosticado com a doença. Agora, é considerado caso suspeito de reinfecção quando a pessoa apresenta novo quadro clínico em período acima de 90 dias do primeiro episódio confirmado laboratorialmente.

Todos os casos positivos de coronavírus com novo quadro clínico em período igual ou maior a três meses do primeiro diagnóstico devem ser testados e notificados ao Estado.

Os profissionais da Saúde também deverão enviar as amostras positivas à Fundação Ezequiel Dias (Funed), onde será feito o sequenciamento genético para verificar a presença de mutações.

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o primeiro caso de reinfecção por coronavírus foi confirmado por pesquisadores chineses e se refere a um homem com o segundo caso diagnosticado quatro meses e meio após o primeiro.

O sequenciamento do genoma mostrou que as duas cepas do vírus são diferentes, o que comprova a reinfecção.

Como no Brasil todas amostras coletadas para a testagem do coronavírus são guardadas pelos laboratórios, se houver suspeita de reinfecção é possível comparar os materias. Isso possibilita que seja feita a investigação que verifica a presença de mutações do vírus.

Fonte: Estado de Minas


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