Brasil chega à semi olímpica do vôlei com 10 das 12 atletas ligadas a Minas

Escrito por em 05/08/2021

Por Jornalismo Grupo Rádio Clube de Itaúna com informações de Super Esportes

tradição mineira no vôlei feminino é defendida nos Jogos Olímpicos de Tóquio por uma equipe profundamente ligada a Minas Gerais. Das 12 atletas que integram o elenco no Japãodez têm algum tipo de relação com o estado – ou no nascimento ou com passagens por Minas Tênis Clube Praia Clube. Agora, esse grupo mira a tão sonhada decisão. Para isso, precisa derrotar a Coreia do Sul na semifinal, marcada para esta sexta-feira, às 9h.

 

São três mineiras no time titular: a ponta Gabi Guimarães, a central Carol e a líbero Camila Brait. As duas primeiras nasceram na capital Belo Horizonte, enquanto a terceira é de Frutal, no Triângulo. O trio foi fundamental na tensa vitória brasileira sobre o Comitê Olímpico Russo por 3 sets a 1, na manhã dessa quarta-feira (noite japonesa), na Ariake Arena.

Na defesa, Brait foi consistente como sempre. Carol fez dez pontos e contribuiu de maneira decisiva no bloqueio. Já Gabi foi a maior pontuadora do time no jogo, com 18 pontos.

Apenas Ana Cristina, a caçula do grupo (17 anos), e a levantadora Roberta não têm ligação com o vôlei de Minas Gerais. Outras sete atletas do grupo defendem atualmente ou já passaram por clubes mineiros (veja no quadro). No banco de reservas, o auxiliar Paulo Coco, muito ativo durante as partidas, é o treinador do Praia.

 

Em quadra, uma das atletas que atuam em solo mineiro foi a grande personagem da vitória brasileira após um início apático e com dificuldades na recepção. O começo adverso e o clima “hostil” em quadra – com muita gritaria e festa das russas, que simulavam a torcida em quadra – pareciam prever o pior para a Seleção Brasileira. Foi quando entrou Macris, do Minas.

 

Titular do time, a levantadora iniciou como reserva nessa quarta e já havia ficado fora das duas partidas anteriores por uma lesão no tornozelo direito – a primeira dessa gravidade na carreira da jogadora de 32 anos, justamente nos Jogos Olímpicos. Nos dias que antecederam as quartas de final, Macris fez fisioterapia até a madrugada para retornar. E foi fundamental na virada.


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